| o último mês houve menos 1,1% de portugueses que navegaram na Internet a partir de suas casas, isto quando comparados os dados de Outubro de 2011. Os valores foram apurados pelo estudo Netpanel da Marktest e dão ainda conta de uma queda de 7% face ao período homólogo de 2010. O número de horas de navegação mensal aproximou-se dos 28 milhões, o que representou uma descida mensal de 15,3% e uma descensão homóloga de 39%. Por seu lado, o tempo despendido por utilizador baixou em Novembro para sete horas, menos 1 hora e 10 minutos do que no mês anterior e menos 3 horas e 41 minutos do que em Novembro de 2010. Diz a Marktest que, na lista de domínios com mais utilizadores únicos, o google.pt mantém a primeira posição, com 3172 mil indivíduos, «seguido do facebook.com, com 2796 mil utilizadores únicos, e do youtube.com, com 2495 mil utilizadores únicos». | ||||
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
MENOS PORTUGUESES NA NET
sábado, 28 de janeiro de 2012
Passageiros do Costa Concordia recebem 11 mil euros de indemnização
27 janeiro '12
As operações de busca e limpeza continuam no Costa ConcordiaCarlo Ferraro/EPA
Os passageiros que sobreviveram ao naufrágio do navio de cruzeiro Costa Concórdia vão receber 11 mil euros de indemnização, mais três mil euros de reembolsos. A companhia italiana que detinha o navio, a Costa Crociere, chegou a acordo com várias associações de consumidores para o pagamento das compensações financeiras, de forma a cobrir os danos causados, nomeadamente traumas psicológicos e bagagens perdidas.
Num comunicado publicado esta sexta-feira pela Associação italiana pela Defesa e Orientação dos Consumidores (ADOC), ficou assente que à quantia da indemnização que a empresa terá que pagar a cada passageiro acrescem ainda mais três mil euros, destinados ao reembolso de todas as despesas resultantes do cruzeiro, incluindo o preço do bilhete e as despesas com o regresso a casa dos viajantes. Já com os passageiros que tenham sofrido lesões físicas as negociações serão feitas à parte e individualmente.
"É um acordo histórico que encerra um acontecimento dramático”, declarou Carlo Pileri, presidente da ADOC. “É um acordo democrático, que não faz distinções nem de classe nem dos países de origem dos passageiros. Estimamos que o acordo será aceite por 85 por cento dos passageiros”, pode ler-se no comunicado.
As indemnizações serão atribuídas uma semana depois de ter sido firmado o acordo com o passageiro, sendo que quem aceitar a oferta fica interdito de apresentar qualquer ação legal contra a empresa Costa Crociere. Às crianças será atribuído o mesmo valor que aos adultos.
Associação italiana pede 125 mil euros
Porém, as negociações não foram pacíficas com todas as associações italianas de defesa dos consumidores. Segundo a agência Reuters, a Codacons discordou do valor proposto e está a apelar aos passageiros para que não assinem o acordo. A associação pretende apresentar queixa daquela que é a maior empresa de cruzeiros do mundo, a Carnival Plc, que detém a subsidiária italiana Costa Crociere. O intento é angariar 125 mil euros para cada um dos passageiros sobreviventes.
O Costa Concordia naufragou no dia 13 de janeiro ao largo da ilha italiana de Giglio, na costa da Toscana, após ter feito um desvio da rota e ter ido embater nas rochas. Até ao momento há 16 mortos confirmados sendo que outras 16 pessoas continuam desaparecidas, enquanto prosseguem as operações de busca. O navio transportava 4229 pessoas, entre membros da tripulação e passageiros, dos quais 11 eram portugueses.
O comandante do Concordia, Francesco Schettino, encontra-se em prisão domiciliária sob as acusações de homicídio múltiplo, naufrágio e abandono de navio.
sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
NÁO HÁ VOLTA A DAR
.....................
COM MAIS OU MENOS LÁGRIMAS , COM MAIS OU MENOS
DOR A TRANSFORMAÇÃO NECESSÁRIA É UMA REAÇÃO QUE ESTÁ EM CURSO E QUE É
INCONTORNÁVEL.
Como um gingatesco "bolo" de gelatina não haverá nenhuma parcela da estrutura social que possa escapar e não fique sujeita ás vibrações dos sistemas, ás sacudidelas das forças com interesses em conflito e ao aumento da instabilidade social.
Tudo terá que ser reestruturado até que o
equilíbrio, harmonia e justeza das resoluções permita o crescimento e um novo
paradigma para a sustentabilidade da vida no planeta e a evolução futura das
sociedades Humanas.
Assunto: NOVA REVOLUÇÃO
.................... ???
Aí está ela... anda no ar e vai descer à terra...
já cheira...a Revolução ........ ???
Há cerca de 3 ou 4 meses
começaram a dar-se alterações profundas, e de
nível global, em 10 dos
principais factores que sustentam a sociedade
actual. Num processo rápido e
radical, que resultará em algo novo, diferente
e porventura traumático, com
resultados visíveis dentro de 6 a 12 meses... E
que irá mudar as nossas
sociedades e a nossa forma de vida nos próximos 15
ou 25 anos!
... tal
como ocorreu noutros períodos da história recente: no
status
político-industrial saído da Europa do pós-guerra, nas alterações
induzidas
pelo Vietname/ Woodstock/ Maio de 68 (além e aquém Atlântico), ou
na crise
do petróleo de 73.
Façamos um rápido balanço da mudança, e do
que está a acontecer aos "10
factores":
1º- A Crise Financeira Mundial
: desde há 8 meses que o Sistema Financeiro
Mundial está à beira do colapso
(leia-se "bancarrota") e só se tem aguentado
porque os 4 grandes Bancos
Centrais mundiais - a FED, o BCE, o Banco do
Japão e o Tesouro Britânico -
têm injectado (eufemismo que quer dizer:
"emprestado virtualmente à taxa
zero") montantes astronómicos e
inimagináveis no Sistema Bancário Mundial,
sem o qual este já teria ruído
como um castelo de cartas. Ainda ninguém sabe
o que virá, ou como irá acabar
esta história !...
2º- A Crise do
Petróleo : Desde há 6 meses que o petróleo entrou na espiral
de preços. Não
há a mínima ideia/teoria de como irá terminar. Duas coisas
são porém claras:
primeiro, o petróleo jamais voltará aos níveis de 2007 (ou
seja, a alta de
preço é adquirida e definitiva, devido à visão estratégica
da China e da
Índia que o compram e amealham!) e começarão rapidamente a
fazer sentir-se os
efeitos dos custos de energia, de transportes, de
serviços. Por exemplo, quem
utiliza frequentemente o avião, assistiu há 2
semanas a uma subida no preço
dos bilhetes de... 50% (leu bem: cinquenta por
cento). É escusado referir as
enormes implicações sociais deste factor:
basta lembrar que por exemplo toda
a indústria de férias e turismo de massas
para as classes médias (que, por
exemplo, em Portugal ou Espanha representa
15% do PIB) irá virtualmente
desaparecer em 12 meses! Acabaram as viagens de
avião baratas (...e as férias
massivas!), a inflação controlada, etc...
3º- A Contracção da Mobilidade
: fortemente afectados pelos preços do
petróleo, os transportes de
mercadorias irão sofrer contracção profunda e as
trocas físicas comerciais
(que sempre implicam transporte) irão sofrer
fortíssima retracção, com as
óbvias consequências nas indústrias a montante
e na interpenetração económica
mundial.
4º- A Imigração : a Europa absorveu nos últimos 4 anos cerca de
40 milhões
de imigrantes, que buscam melhores condições de vida e formação,
num
movimento incessante e anacrónico (os imigrantes são precisos para fazer
os
trabalhos não rentáveis, mas mudam radicalmente a composição social
de
países-chave como a Alemanha, a Espanha, a Inglaterra ou a Itália).
Este
movimento irá previsivelmente manter-se nos próximos 5 ou 6 anos! A
Europa
terá em breve mais de 85 milhões de imigrantes que lutarão pelo poder
e
melhor estatuto sócio-económico (até agora, vivemos nós em ascensão e
com
direitos à custa das matérias-primas e da pobreza deles)!
5º- A
Destruição da Classe Média : quem tem oportunidade de circular um
pouco pela
Europa apercebe-se que o movimento de destruição das classes
médias (que
julgávamos estar apenas a acontecer em Portugal e à custa deste
governo) está
de facto a "varrer" o Velho Continente! Em Espanha, na
Holanda, na Inglaterra
ou mesmo em França os problemas das classes médias
são comuns e (descontados
alguns matizes e diferente gradação) as pessoas
estão endividadas, a perder
rendimentos, a perder força social e capacidade
de intervenção.
6º- A
Europa Morreu : embora ainda estejam projectar o cerimonial do
enterro, todos
os Euro-Políticos perceberam que a Europa moribunda já não
tem projecto, já
não tem razão de ser, que já não tem liderança e que já não
consegue definir
quaisquer objectivos num "caldo" de 27 países com poucos ou
nenhuns traços
comuns!... Já nenhum Cidadão Europeu acredita na "Europa",
nem dela espera
coisa importante para a sua vida ou o seu futuro! O
"Requiem" pela Europa e
dos "seus valores" foi chão que deu uvas: deu-se há
dias na
Irlanda!
7º- A China ao assalto! Contou-me um profissional do sector: a
construção
naval ao nível mundial comunicou aos interessados a incapacidade
em
satisfazer entregas de barcos nos próximos 2 anos, porque TODOS
os
estaleiros navais do Mundo têm TODA a sua capacidade de construção
ocupada
por encomendas de navios.... da China. O gigante asiático vai agora
"atacar"
o coração da Indústria europeia e americana (até aqui foi just a
joke...).
Foram apresentados há dias no mais importante Salão Automóvel
mundial os
novos carros chineses. Desenhados por notáveis gabinetes europeus
e
americanos, Giuggiaro e Pininfarina incluídos, os novos carros chineses
são
soberbos, réplicas perfeitas de BMWs e de Mercedes (eu já os vi!) e
vão
chegar à Europa entre os 8.000 e os 19.000 euros! E quando falamos
de
Indústria Automóvel ou Aeroespacial europeia...helás! Estamos a falar
de
centenas de milhar de postos de trabalhos e do maior motor
económico,
financeiro e tecnológico da nossa sociedade. À beira desta ameaça,
a crise
do têxtil foi uma brincadeira de crianças! (Os chineses
estão
estrategicamente em todos os cantos do mundo a escoar todo o tipo
de
produtos da China, que está a qualificá-los cada vez mais).
8º- A
Crise do Edifício Social : As sociedades ocidentais terminaram com
o
paradigma da sociedade baseada na célula familiar! As pessoas já não
se
casam, as famílias tradicionais desfazem-se a um ritmo alucinante, as
novas
gerações não querem laços de projecto comum, os jovens não
querem
compromissos, dificultando a criação de um espírito de estratégias
e
actuação comum...
9º- O Ressurgir da Rússia/Índia : para os menos
atentos: a Rússia e a Índia
estão a evoluir tecnológica, social e
economicamente a uma velocidade
estonteante! Com fortes lideranças e ambições
estratégicas, em 5 anos
ultrapassarão a Alemanha!
10º- A Revolução
Tecnológica : nos últimos meses o salto dado pela revolução
tecnológica
(incluindo a biotecnologia, a energia, as comunicações, a nano
tecnologia e a
integração tecnológica) suplantou tudo o previsto e
processou-se a um ritmo 9
vezes superior à média dos últimos 5 anos!
Eis pois, a
Revolução!
Tal como numa conta de multiplicar, estes dez factores estão
ligados por um
sinal de "vezes" e, no fim, têm um sinal de "igual". Mas o
resultado é ainda
desconhecido e... imprevisível. Uma coisa é certa: as
nossas vidas vão mudar
radicalmente nos próximos 12 meses e as mudanças
marcar-nos-ão
(permanecerão) nos próximos 10 ou 20 anos, forçando-nos a ter
carreiras
profissionais instáveis, com muito menos promoções e apoios
financeiros, a
ter estilos de vida mais modestos, recreativos e
ecológicos.
Espera-nos o Novo! Como em todas as Revoluções!
Um
conselho final: é importante estar aberto e dentro do Novo, visionando
e
desfrutando das suas potencialidades! Da Revolução! Ir em frente! Sem
medo!
Afinal, depois de cada Revolução, o Mundo sempre mudou para melhor
(ou talvez não)
Frase da filósofa russo-americana
Ayn Rand (Judia, fugitiva da revolução
russa, que chegou aos Estados Unidos
na metade da década de 1920), mostrando
uma visão com conhecimento de
causa:
?Quando você perceber que, para produzir, precisa de obter a
autorização de
quem não produz nada; quando comprovar que o dinheiro flui
para quem não
negocia com bens, mas com favores; quando perceber que muitos
ficam ricos
pelo suborno e por influência, mais que pelo trabalho, e que as
leis não nos
protegem deles, mas, pelo contrário, são eles que estão
protegidos de você;
quando perceber que a corrupção é recompensada e a
honestidade se converte
em auto-sacrifício; então poderá afirmar sem temor de
errar, que a sua
sociedade está condenada.
OS SEGREDOS DO ARRENDAMENTO HOLANDÊs
Os segredos do arrendamento holandês
António Sarmento e Luís Lopes
27/01/12 00:05
27/01/12 00:05
Arnoud Vlak, especialista em investimento imobiliário, explica ao Económico o sucesso do mercado de arrendamento holandês.
Arnoud Vlak considera que o êxito do mercado de arrendamento holandês, um dos mais evoluídos do mundo, representando 45% do parque habitacional, está assente em vários pilares. O primeiro deve-se ao facto de na Holanda existir um alto nível de segurança para os senhorios, que dispõem de uma protecção muito grande na lei.
"A lei holandesa proporciona um alto nível de segurança para os senhorios. Se o inquilino deixar de pagar a renda, o senhorio pode ir a tribunal pedir uma ordem de despejo e irá obtê-la muito rapidamente, entre seis a oito semanas. Independentemente de qualquer condicionalismo social, os tribunais dão sempre razão aos proprietários", explicou Arnoud Vlak ao Económico, à margem de um almoço conferência organizado pelo grupo Vida Imobiliária.
Além disso, se o inquilino for a tribunal para culpabilizar o senhorio de qualquer situação, o juiz irá dizer "não há razão nenhuma para o senhor não pagar a renda e vou ordenar que saia."
Na Holanda, o contrato entre inquilino e senhorio é feito por um determinado prazo, mas se o inquilino quiser renovar, o senhorio não se pode opor, embora possa renegociar a renda. "É sempre actualizada de acordo com a inflação", explicou Arnoud Vlak.
Sobre as pré-condições para se investir no mercado residencial, o especialista salienta mais uma vez o mercado holandês e considera que os mercados não devem ser excessivamente protectores e que os senhorios estão à procura de um "sistema judicial eficiente" e que em poucas semanas "fiquem resolvidos todos os problemas com os inquilinos".
Arnoud Vlak sugeriu também uma mudança no sistema fiscal: "Os lucros do investimento imobiliário são mais baixos do que os dos mercados financeiros e se ainda são rendimentos taxados os investidores não vão apostar tanto no mercado residencial".
O mercado de arrendamento representa 45% do parque habitacional holandês. Há mais de duas décadas, a percentagem de casas arrendadas era maior. "A mudança para um mercado de ocupação própria aconteceu nos últimos 15 anos", explicou Vlak.
Segundo o perito, os bancos holandeses alavancaram o montante de empréstimos aos clientes, emprestando mais de 100% do valor das casas. "Temos um alto nível de hipotecas no mercado habitacional. Somos os campeões do mundo de hipotecas em percentagem do PIB", revela o especialista holandês.
As 5 principais razões para investir no mercado de arrendamento holandês
- Os senhorios dispõem de uma protecção muito grande da lei
- Se o inquilino deixar de pagar a renda, o senhorio pode ir a tribunal pedir uma ordem de despejo e irá obtê-la muito rapidamente
- Independentemente de qualquer condicionalismo social, os tribunais dão quase sempre razão aos proprietários
- O valor da renda é sempre actualizado de acordo com a inflação
- O contrato entre inquilino e senhorio é feito por um determinado prazo, mas se o inquilino quiser renovar, o senhorio não se pode opor
Subscrever:
Comentários (Atom)